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Comparativo · Tech16 set 2026 · 5 min de leitura

Celular intermediário: Galaxy A17, Redmi Note 15, A36 ou Moto G86?

Os quatro intermediários mais procurados, lado a lado. O Redmi Note 15 e o Galaxy A36 usam o mesmo chip; o Moto G86 aposta em tela e resistência; o Galaxy A17 é a entrada. Desempenho quase não decide — o que decide é o que cada marca põe em volta.

Feito a partir das nossas análises, que listam a fonte de cada informação. Não usamos os produtos.

Resposta rápida

Lado a lado

ProdutoTelaChip e RAMBateriaProteçãoAtualizaçõesCompra boaNota Cupom Top
Samsung Galaxy A17 5G6,7" AMOLED 90 HzExynos 1330, 4 GB5.000 mAhIP546 anos (Android e segurança)Abaixo de R$ 1.0007,5
Redmi Note 15 5G6,77" AMOLED 120 Hz, 3.200 nitsSnapdragon 6 Gen 3, 8 GB5.520 mAh, carregador de 45 W na caixaIP656 anos (segurança)Abaixo de R$ 1.5007,5
Samsung Galaxy A36 5G6,7" AMOLED 120 Hz, 1.900 nitsSnapdragon 6 Gen 3, 6 a 12 GB5.000 mAh, 45 W (carregador à parte)IP676 gerações de Android e 6 anos de segurançaEm campanha, fora do preço de lançamento7,6
Motorola Moto G86 5G6,7" pOLED 1.5K 120 HzDimensity 7300, 8 GB5.200 mAh, carregador de 33 W na caixaIP68 e IP693 anos de sistema e 4 de segurançaNa faixa de R$ 1.7007,9

O Redmi e o A36 são o mesmo celular por dentro

Os dois usam o Snapdragon 6 Gen 3. As análises dizem a mesma coisa sobre ele nos dois aparelhos: dá conta de rede social, vídeo, banco e jogo leve, e sente o peso em jogo pesado e em muita troca de aplicativo. Nenhum dos dois é celular pra quem joga sério.

Então a pergunta certa não é qual é mais rápido. É o que você prefere ter em volta do mesmo processador: mais bateria, mais brilho e carregador na caixa, ou mais resistência à água e mais anos de Android novo.

O que o Redmi Note 15 dá a mais — e o que ele cobra

Perto do A36, entrega mais no papel: tela de 3.200 nits contra 1.900, bateria de 5.520 mAh contra 5.000, 8 GB de RAM de saída, câmera principal de 108 MP, infravermelho pra controlar TV e carregador de 45 W na caixa. Junto com o Moto G86, é um dos dois que têm cartão de memória e 120 Hz ao mesmo tempo.

A conta vem no software. O Redmi sai de fábrica com apps pré-instalados e anúncios espalhados pelo sistema, e dá trabalho desligar. A promessa de seis anos é de atualização de segurança, não de versões novas do Android. O Wi-Fi é o 5, não o 6, e a Xiaomi avisa que o NFC pode variar por mercado — confira se é a versão brasileira antes de comprar.

O que o Galaxy A36 dá a mais

Tempo de vida e resistência. Promete seis gerações de Android e seis anos de segurança — como o A17, mas com hardware bem mais forte — e tem IP67, que aguenta imersão, só abaixo da proteção do Moto G86. Pra quem troca de celular a cada quatro ou cinco anos, isso vale mais que brilho de tela.

O que falta nele é o que o Redmi sobra: não tem microSD, não tem entrada P2, a memória interna é UFS 2.2 — padrão antigo — e o carregador de 45 W não vem na caixa. Some o carregador ao preço quando for comparar.

Onde entra o Moto G86

O G86 é o que tem mais pra mostrar na tela e no corpo. A Notebookcheck mediu 1.456 nits em tela cheia e 3.725 nits em área pequena, e a resolução 1.5K é a mais alta dos quatro. É o único com IP68 e IP69 somados ao padrão militar MIL-STD, e vem com carregador de 33 W na caixa.

Na bateria, fica entre os melhores: 5.200 mAh, e 7h45 de uso intenso no teste da Oficina da Net. A câmera principal de 50 MP foi melhor que a do Galaxy A36 no escuro, na mesma análise.

O que ele não entrega é tempo: 3 anos de atualização do sistema e 4 de segurança, contra seis gerações de Android do A36. Também esquenta em jogo pesado e a tela usa PWM, que incomoda quem é sensível a cintilação.

Onde o Galaxy A17 ainda faz sentido

O A17 joga uma divisão abaixo. O Exynos 1330 com 4 GB engasga em multitarefa, a tela é de 90 Hz, a proteção é só contra respingo (IP54) e o vídeo para em Full HD a 30 quadros.

Mesmo assim, ele mantém o que a maioria das pessoas mais usa: tela AMOLED bonita, 5G, NFC pra pagar por aproximação, microSD e seis atualizações prometidas. Pra quem usa o celular pra WhatsApp, banco e redes sociais e quer gastar o mínimo, é o suficiente — desde que custe menos de R$ 1.000. Acima disso, o Redmi entrega muito mais pelo mesmo dinheiro.

Veredito

Orçamento curto e uso básico: Galaxy A17, abaixo de R$ 1.000. Mais tela e bateria pelo dinheiro, sem ligar pra apps e anúncios de fábrica: Redmi Note 15 5G, abaixo de R$ 1.500. Melhor tela, mais resistência e carregador na caixa, trocando de celular a cada três anos: Moto G86, na faixa de R$ 1.700. Quer ficar quatro ou cinco anos com o aparelho: Galaxy A36, com o suporte mais longo — só não pague o preço de lançamento.

Perguntas frequentes

Qual dos quatro é o mais rápido?

Redmi Note 15 5G e Galaxy A36 usam o mesmo Snapdragon 6 Gen 3, e o Moto G86 usa o Dimensity 7300 — os três ficam no mesmo patamar de intermediário. O Galaxy A17, com Exynos 1330 e 4 GB, é o mais lento. Nenhum dos quatro é indicado pra jogo pesado.

Qual tem a melhor bateria?

Em capacidade, o Redmi Note 15 5G, com 5.520 mAh e carregador de 45 W na caixa. O Moto G86 vem logo atrás, com 5.200 mAh e carregador de 33 W na caixa. O A36 e o A17 têm 5.000 mAh; o A36 carrega a 45 W, mas o carregador é vendido à parte.

Qual recebe atualização por mais tempo?

O Galaxy A36 promete seis gerações de Android e seis anos de segurança, e o A17 também promete seis atualizações. O Redmi Note 15 promete seis anos de segurança. O Moto G86 tem o suporte mais curto: 3 anos de sistema e 4 de segurança.

Posso usar cartão de memória?

No Galaxy A17, no Redmi Note 15 e no Moto G86, sim. No A17 e no Redmi o slot é híbrido (ou o cartão, ou o segundo chip). O Galaxy A36 não aceita microSD, então escolha o armazenamento certo na compra.

Qual aguenta cair na água?

O Moto G86 tem a proteção mais completa: IP68 e IP69, além do padrão militar MIL-STD. O Galaxy A36 tem IP67. O Redmi Note 15 tem IP65 (poeira e respingos) e o Galaxy A17, IP54 (respingos).

As análises completas

Nota, prós, contras, fontes e onde comprar.